quinta-feira, 23 de abril de 2009

Linda Musica



Tou fazendo amor
Com outra pessoa
Mas meu coração
Vai ser prá sempre teu...

O que o corpo faz
A alma perdôa
Tanta solidão
Quase me enlouqueceu...

Vou falar que é amor
Vou jurar que é paixão
E dizer o que eu sinto
Com todo o carinho
Pensando em você...

Vou fazer o que for
E com toda emoção
A verdade é que eu minto
Que eu vivo sozinho
Não sei te esquecer...

E depois acabou
Ilusão que eu criei
Emoção foi embora
E a gente só pede
Pro tempo correr...

Já não sei quem amou
Que será que eu falei
Dá prá ver nessa hora
Que o amor só se mede
Depois do prazer...

Fica dentro do meu peito
Sempre uma saudade
Só pensado no teu jeito
Eu amo de verdade
E quando o desejo vem
É teu nome que eu chamo
Posso até gostar de alguém
Mas é você que eu amo...

Vou falar que é amor
Vou jurar que é paixão
E dizer o que eu sinto
Com todo o carinho
Pensado em você...

Vou fazer o que for
E com toda emoção
A verdade é que eu minto
Que eu vivo sozinho
Não sei te esquecer...

E depois acabou
Ilusão que eu criei
Emoção foi embora
E a gente só pede
Pro tempo correr...

Já não sei quem amou
Que será que eu falei
Dá prá ver nessa hora
Que o amor só se mede
Depois do prazer...

Fica dentro do meu peito
Sempre uma saudade
(Saudade!)
Só pensado no teu jeito
Eu amo de verdade
E quando o desejo vem
É teu nome que eu chamo
(É teu nome que eu chamo!)
Posso até gostar de alguém
Mas é você que eu amo


"Alexandre Pires"

:..........

Eu já não sei mais quem sou, ou talvez, nunca soube;
Eu já não sei mais se sou feliz, ou talvez, nunca fui;
Tudo à minha volta é obscuro, é medonho e sinistro;
Sou um homem cujo ódio o coração enegreceu;
Sou a ovelha negra que se afastou da luz divina;
É tudo tão simples e ao mesmo tempo tão complicado;
Minha alma é podre, - sou desprezível e repulsivo;
Sou um invólucro que foi desprezado por Deus e pelo Diabo;
Uma alma que vagueia sem rumo pelo espaço;
Sem lugar no Paraíso ou no Inferno, no Céu ou na Terra;
Se algum dia já fui feliz, ah! Foi há muito tempo;
De tempos em tempos, vidas vêm e vão;
Assim como as minhas lembranças e os meus sentimentos;
Minha vida e os meus sentimentos foram-se para sempre;
Momentos felizes que passaram e não voltam mais;
Ah!... Tempos bons como eu queria que vocês voltassem;
Um sentimento de rancor foi tudo o que restou em mim;
Sinto uma angústia preenchendo o meu vácuo;
Este mal que me apodera não é um mal físico;
Não é psicológico, não é espiritual, - eu não sei explicar;
O tempo passa devagar e o padecimento é maçante;
Sem dúvida, descobri a agonia dos condenados!
O sofrimento eterno dos condenados ao próprio sofrimento eterno;
Um bastardo desprezado, desdenhosamente, pelo universo;
Estou amargo, ressentido e sinto vontade de desaparecer;
Pensamentos maus alimentam o meu sentimento de ódio;
Eu quero explodir, desaparecer e virar poeira cósmica;
Mas gostaria de renascer num lugar sem sofrimento;
Onde não tivesse dor e as pessoas se amassem;
Porém, não sei se me acostumaria com tanta monotonia;
Eu pareço um idiota, ou talvez, mais confuso do que penso;
Enfim, queria acordar e descobrir que estou a sonhar;
Deus!... Diabo!... Qualquer um, por que Vós não me respondeis!?...
Vejo o que um cego pode ver...
Minha musica favorita é aquela que somente os surdos podem ouvir...
Estou a confundir-te amor?
Pois saibas que se estiveres confusa não é amor para mim...
No meu peito não encontraras preconceitos.
Na minha boca não encontraras somente um beijo...
Minha mente não é para iniciantes.
Uma vez lá jamais saíras como antes.
A cada esquina á um mistério uma história uma lenda.
Venci amores invencíveis.
Confundi mentes e aprisionei valentes.
Sem ver ou ao menos ouvir.
Sou titã no meu mundo.
Mundo que pessoas como tu ajudaram a criá-lo
Não consideres perigosa a armadilha à qual caíras.
Mas sim a mente que a construiu.
O amor é uma guerra santa meu amor.
O difícil não é ir para a batalha, mas sim escolher um lado dela.
Digo-te aqui e agora que tu não foste convidada.
E tão pouco obrigada.
Queres entrar?
Então seduz-me antes que eu o faça.
Aprisiona-me antes que eu deite a chave da tua cela fora.
Cria as melhores e mirabolantes armadilhas, mas nunca, nunca me subestimes!
E então no fim veremos quem é que manda no seu próprio coração...

Obrigado por leres...
Amor, sentimento estranho!
Quando o senti em relação a i, era
Inimiginável que ele me traria dor.
Então, percebi que com ele também veio o engano.

Quando partis-te, a dizer que acabou
Evque aquela aventura só tinha passagem de ida,
Abris-te no meu coração uma enorme ferida.

Me açoitas-te o espírito, fazendo
Pobre o que antes era rico.
Abris-te chagas, que se negam a fechar
E o meu coração sabe, que o único remédio
É voltares para me amar.

O profilático desta dor é o próprio amor
O antídoto para esta solidão és tu,
Com teus lábios doces e teus olhos cativantes,
Que farão afastar de mim toda esta decepção e esta dor.
Coloquei uma carta numa velha garrafa,
Mas uma carta de solidão,
Coloquei uma carta,um pedido da alma,
Salvem o meu coração...

Estas areias que me sujam os pés,
Este é o meu chão mais uma vez,
Há muitas luas nesta ilha tão só

Será que ao menos um navio eu vou ver?
E alguma civilização?
E a cada dia sobe mais a maré...

Alguém aí?
Devolve-me o amor que tiras-te de mim no fim
Alguém aí?
Vou queimando no sol a esperança de te ter aqui,
Bem aqui.
Não quero ver os problemas lá de fora
Enterro a minha cabeça no buraco mais fundo deste planeta
Quero continuar trancado no meu quarto escuro
Cansei de lutar por uma causa onde um lutador só não basta!

Prefiro ficar com as fotos e as lembranças
Lembranças, de que um dia eu tentei, eu juro que tentei
Tentei andar do teu lado, mas quando eu chegava perto...
Tu te fechavas como se fosses um livro de terror

Contigo olhei a vida com outros olhos
Olhar de insegurança
Ate porque tu nunca me deste o contrário
Tu perdeste-me tu te perdess-te tu perdeste-nos

Quero continuar trancado no meu quarto escuro
Cansei de lutar por uma causa onde um lutador só não basta!
Quantas vezes, Amor, me tens ferido?
Quantas vezes, Razão, me tens curado?
Quão fácil de um estado a outro estado
O mortal sem querer é conduzido!

Tal, que em grau venerando, alto e luzido,
Como que até regia a mão do fado,
Onde o Sol, bem de todos, lhe é vedado,
Depois com ferros vis se vê cingido:

Para que o nosso orgulho as asas corte,
Que variedade inclui esta medida,
Este intervalo da existência à morte!

Travam-se gosto, e dor; sossego e lida;
É lei da natureza, é lei da sorte,
Que seja o mal e o bem matiz da vida.

"Bocage"
Devolve-me o meu coração
Fugiste-me com ele
Cheio de emoção

Não sei porque fugiste
Não me perguntas-te o que eu sentia
Ter-te ía respondido
E repetiria

Não te conheço
Não sei quem és
Nunca te vi
Desaparece
.....

Revelaste-te alguém que desconheço
Será que eu merecia tudo isto

Esquece-me...

Porque eu já te esqueci
Se é que algum dia te conheci

A tua presença enoja-me
Revolta o meu coração

Eu sei que o perdão existe
Mas não sou Deus para dar a outra face...

Não vivas de ilusões
Porque a ilusão
Pode partir-te o coração

Devolve-me o meu coração
Cheio de emoção
Para retribuir e dar a tanta gente

Gente que habita cá dentro
Mas que são gente
E tu não!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Chega de Ti

são lágrimas de sangue
Que derramo por ti
Enquanto se esvazia o tanque
Onde guardei todas as emoções que senti.

Sangue que se espalha no chão
Imitando a fé no amor do meu coração,
Sangue que me tapa o olhar e o sorriso
Enquanto o meu egoísmo se torna altivo.

Chega de lágrimas de sangue desperdiçadas
Por alguém que fez das minhas recordações
Simples fotografias rasgadas
Chega de falsas ilusões!

Chega de ti!

............

Só conheço até o final desta rua
Só até onde vai a claridade da lua,
Além de lá, nada mais conheço.
Terei que enfrentar essa escuridão
Vou procurar onde é a rua da solidão
É lá que está, o meu endereço.

Já sei que não existe a claridade
Depois que passar pela rua da saudade,
É lá onde não mais nasce o dia.
Já sei que é um lugar todo escuro
E esse mesmo endereço que procuro
É onde não tem vida uma poesia.

Começarei pela avenida da ilusão
Onde está sepultada toda a inspiração,
Onde a vontade de viver já embolora.
Lá não existe uma paisagem colorida
Só se ouve os lamentos pela vida
E onde os versos da poesia choram.

Parece estar longe a cidade da amargura
Mas a distância e bem menor que a loucura
Que está a habitar o meu coração.
Na cidade triste é sem vida a paisagem
Tão monótona quanto a mensagem
Nos versos, de quem vive de recordação.

Errante

Tudo terminou,nada mais resta,
Terminou o caminho,findou a estrada,
Foi embora,o meu mundo de festa,
Estou sozinho,nessa encruzilhada.

Triste fim,que jamais esperava,
Tão perdido,a vida me deixou,
Com a tristeza que me arrastava,
Ainda perdido,não sei para onde vou.

Solidão, que faz perder a calma,
Ao ver o fim,de toda esperança,
Sinto triste,ao sentir que a alma,
Como louca,no espaço se lança.

Tristes dias,estão à minha espera,
Nesse deserto,onde não á ninguem,
Será sem flores,minha primavera,
Já não sei se a vida,vai ou vem.

Não viverei mais entre flores;
Porque morreu ainda em botão,
Com ela,se foram todas as cores,
A única que ficou,foi a escuridão.

Adeus para sempre,flor de ternura,
Que deixou errante,minha direção,
Agora,irei até a sua sepultura,
Onde enterrarei, meu coração

terça-feira, 21 de abril de 2009

Magoo-me por dentro só de nos imaginar
Um mundo ainda por nascer
E pensar que podia eu levar-te a ver as estrelas
Focaram-se na lua na noite finda
E viram-te a sondar um sonho na alvorada

Na lua, há restos de sol caídos no chão
Inundam as crateras que dormem sobre a noite fechada
Os teus ideais soltaram-se nas fragas soltas
E aconchegaram-se no pó que fareja o vento
Mas ele foi-se num suspiro

E eu fiquei ás voltas com o tempo em que via os rios
Os mares tenebrosos caiam-me sobre os ombros
E eu deitava-me e dormia

Dormia tanto...mas acordava nas madrugadas
Os meus olhos secos e as lágrimas caídas
Rolavam pelo chão
Já me afogavam o leito
E num espanto eu dormia...dormia

Mas tu não vês o que o sono me traz
E choras lágrimas que se prostram aos pés do vento
E o vento rasgou as vestes que trazia
E tu ficaste só ao relento

Que há a haver....a não ser esperar por mim
As marés calmas abalroam-me sempre nas tristes madrugadas

Não vês que não nasci para ser
Nus versos...
Que se curvam ao vento que passa?
Eu sou o que desejas na lonjura dos teus caminhos
A tua busca interminável

Mas já morri para ti
E não me queiras germinar de novo
Quero renascer num poema só
Que me leve...
A minha solidão existe
Desde que tu partiste
Fico a chorar sem fim
Difícil viver assim
Com a falta do teu carinho
É triste viver sozinho

Recordo meu amor
Ao escrever estou a chorar
Partiste para outro lugar
Fiquei sem o teu calor
Não te posso mais amar
Porque nunca mais vais voltar

Recordo o teu sofrimento
E agora estou a soluçar
Sem te poder beijar
Sem eu poder partilhar
Contigo neste momento
Seria uma forma de me alegrar

Na vida a felicidade é uma sorte
Que nem sempre a podemos obter
Fiquei infeliz com tua morte
E começou assim o meu sofrer
Fiquei sem rumo sem norte
È difícil assim viver
Olho o horizonte
E recuso
Deixar-te entrar
No meu pensamento...
Ouço o mar
E recuso
Que me fales ao coração...
Recuso ouvir-te
Recuso sentir-te
Quero curar esta frida
Que provoca tanto ardor
Que me faz recusar
Todo este amor...
Este amor
Esta paixão...
Que não passou de um sonho
De uma ilusão...
E foste embora
Disseste adeus
Calaste tua voz
Agora dá-me uma razão para não dizer olá
Porquê não hei de dizer nada?
Apenas por saber que para mim é apenas um masoquismo
Apenas por saber que ainda te amo
Dá-me uma razão para não te amar
Alem de todas as outras que já me deste
E eu insisto teimosamente em ignorar
Já não te espero
Não significando que te esqueci
Apenas não quero
Perder-me na espera sem fim

Já não te maldigo
Por me deixares assim
Já pouco sinto
Do que restou de ti em mim

Já perdi tanto
Já não me doi perder-te a ti
Já derramei em pranto
E reclamei do que me iludi

Agora vejo-me com espanto
Congelado nas emoções
Eu que amei-te tanto
E agora...
já nem me doem as recordações
Desisti de fugir de ti
Escondi-me na minha toca
Mas calado teus labios li

Bebi-te em calices de tinto
Fumei-te nos meus cigarros
E disfarcei o meu choro rindo

Estou cá para ti
Estou cá só por ti

Vem e toma-me que sou teu
Vem que desisto de ser apenas eu

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Não sei se era a cor da lâmina prata
Ou o sentimento fúnebre que me abatia
Assim como uma qualquer apatia
A esta vida mesquinha e vazia
Que usei, nos meus dois pulsos, essa faca

Não vou mentir a ninguém
O corte dói e continua a doer
Mas a outra dor logo o faz esquecer
Ou será o sangue que de tanto escorrer?
Deixa-te fraco, mas a sentir-te bem

Perto do final, sentes
Sentes algum arrependimento
A falta enorme de qualquer alento
E eternizas cada e todo o momento
Que viverás em tua mente

Então podes apenas deixar
Liberdade de toda angústia
Deixar para trás toda aquela secura
E toda aquela dor, por mais que custe
Liberta-la

Agora não é nada mais que uma brisa
Voando por todos os cantos
Observando todos os santos
Ouvindo todos os cantos
Nada mais que uma brisa

Tu escutas o tanto que era incrível
Teus parentes, teus amores
Todos a quem deixas as dores
E choras ao ver tantas flores
Ninguém me avisou que eu era único e insubstituível
Guardava
A satisfação fúnebre do último acto,
Do ápice poético da minha teatral
Rotina de sobrevivência.

Cada gota limpava as marcas sujas
E malevolamente prazerosas
Das minhas egoístas sensações.
Levava de mim
As lembranças mesquinhas
Da minha bondade dissimulada.

Lentamente eu via o meu pulso
A expulsar o meu espírito da carne.
Tomado de júbilo
Presenciava o fim das dores
Naquele rio vermelho que inundava o piso.

Meu corpo gritava incessantemente
Ao meu espírito:
Volta!
E a Razão sufocava os espasmos deste louco
Falando sussurrante:
“Este é o curso, não há saída
Todos sabem disso.”

Neste momento o rio virou mar
E eu não continha mais a repugna
Daquele sóbrio acto.

Presenciava a mão que apunhalava
Naquela nobre sentença de salvação -
Cristo deu a vida por todos
E eu o faria por mim mesmo.

Já atingi a minha cota de desilusões,
O aprendizado dessa existência.
Não nasci para o sofrimento
Mas fui avultado por ele.
Sem escolha,
Preso ao meu estúpido “livre-arbítrio”,
Escolhi a saída mais simples -
Não errar mais.

domingo, 19 de abril de 2009

....................................


Nas noites sem sono
Reflito
As dores que são retidas a mim
Sei, e posso ver...
Isso é suicídio indolor
Traz muitas mudanças
E eu posso tomar ou largar, se me agradar.
Eu tento encontrar uma maneira de fazer
Todas as poucas alegrias que tenho
Não se relacionarem
Com o ódio...
Mas agora eu sei, que é tarde demais.

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Minha alma grita em desespero profundo
Recolhendo-se na própria dor do corpo
Secando o sangue impuro
E clareando o negro dum dia já morto.

Minha sina marca-me a vida
Não sei se viverei sequer mais um dia
Nem sei se acabarei de escrever este poema
Só sei que nem sempre a minha vida rima.

Sou duma textura fina
Tão frágil como uma flor murcha
Seca sem a rega até duma lágrima
E morro sem que ninguém dê conta.

Meu corpo é espinhoso
De tal modo marcado pelo infortúnio
Enterrado com as suas raízes e com tudo
Jaz morto e moribundo num cemitério vivo.

"UNKNOWN"
Uma carne brilhante
Que nunca acorda
Que sempre chora
E casualmente é santificada
Por fugir ou por ficar por aqui
Pela vida que ainda queima

As areias do tempo
São mentirosas
Quando se sente triste
E ela não para de correr nos neurônios
Tudo poderá desabar

Constâncias repentinas
Malefícios gostosos e outras benquerenças
Com gostos adversos na boca
O seu corpo torna-se um foguete prateado
Partindo corações e mostrando-lhes os seus sentimentos

Surfando nesse foguete
Ela percorre o desgostoso momento de vida
Deslumbrada, desvairada e profundamente corroída
Por tanta degeneração rasgada e suja
De certos prédios colossais infelizes

Ela sabe o seu caminho
E a qualquer momento pode desaparecer
Explodir ou suprir seus ânseios alheios
Um mártir filantropo!
Que daqui a alguns segundos pode deixar uma mensagem qualquer...
“Vocês nunca mais me verão de novo!”

Vida Inutil

Passando água pelo meu palido rosto
Esquecendo-me do sabor
Esquecendo-me do gosto ...
De te poder chamar de amiga

Enraivecido por palavras que nem essas eram transparentes
Mostrando-me uma verdade de mentiras e incertezas!!!
Que sobretudo tu não querias ver...

Esperando no fundo da rua
Que me dês um motivo para poder libertar a minha raiva
Em forma de trovões ironias desilusões
Vida injusta que levas
Um mar revoltado
Uma tempestade de ilusões...

Vida de parasita que levas
Vida pobre de espirito
Infelicidade de alguém que te tornou assim
Decadência de uma pessoa infeliz em que te tornaste

Provando o sabor da tristeza que me ofereceste
Caíndo uma lágrima do que tu recebeste
Coração que roubaste...
Folego inconsolavel que adoraste..

sábado, 18 de abril de 2009

... ....

A voz que me dói na alma,
E me aperta e esmaga o peito,
É vazia, sem coração.
E com uma enorme calma
A cama onde durmo ajeito
E me deito, em solidão...

As memórias são o que tenho
Ainda, e tão cheias de vida,
Mas completamente sem esperança.
E o suicídio a que venho
Esta noite assim esquecida,
Sem lua e sem bonança.

Aponto a arma carregada
À cabeça, e sem chorar.
Sinto já algum alívio e tremor...
Pobre homem desprezado
Tanto querias amar
E não descobriste o amor...


Este é mais um adeus a uma vida sem vida

Lágrimas

Tantas lágrimas se formaram
No interior da minha alma,
Tanta angústia acumulada
Nestes rios de dúvida,
Nos quais eu me consumia
Em pensamentos dementes,
Em choros mais que decadentes
De tais punhais no coração.


Caí na mais miseravel loucura
De não saber o que ver
Não conseguir entrar em mim,
Para me procurar amar.
Nas minhas mãos
A sangue alguém escreveu a palavra Dor
Para que se entranhasse no meu corpo
Marcando-me para sempre, sem pudor.


Agora volto lentamente
Ao que ainda resta de mim.
Tu, meu Amor,
Beijas estas mãos,
Acolhes esta dor,
Aqueces este tormento.

....

Só hoje senti
Que corro entre pedaços de ti,
Na ausência de um sonho que vivi.
Só hoje senti
Que as lágrimas guardadas em mim
São vestígios de uma vida vivida por ti.

Mas quero aprender com o meu sofrimento
E fazer da tua ausência a minha nova vida,
Em que a tristeza se transforma em alegria
E as tuas estúpidas mentiras em verdades.

Dei-te o melhor de mim em cada momento
Mesmo nos dias em que a sorte te parecia esquecida.
Não quero novamente a tua presença fingida,
Nas noites demais, em dias de tempestades.

Vazio

Sinto-me vazio, vazio...
Entendes?
Assim...
Também sentes?
Quando tudo é tão maior,
Quando tudo é tão a mais?
A mais sim!
A luz que brilha lá fora
A luz que nem na nudez me atinge
A vida que me corre por dentro
Que me escorre de dentro
Que o soalho de vermelho tinge.
Não sentes?!
A paz do desassossego,
O frenesim dos segundos lentos?!
Não entendes?!
É somente o vazio...
O vazio...
O silêncio...
Assim...

...

A poesia, é suicídio?
Depressão crescente no estado vigoroso
Caminha para a morte sem perguntar porquê.

Estas palavras, são suicídio?
Recalcamento inconsciente vivo na tinta,
No papel e em todas as letras do alfabeto.

A tua presença, é suicídio?
Se não fizesse da minha pele um arrepio,
Esta pergunta deixava de fazer sentido.

Repito: a poesia é suicídio?
Desgosto de questões irritantes,
Quanto mais de irritação a dobrar.
Silêncio.

Pensar nisto, é suicídio?
Outra vez silêncio, no pensamento
Não preciso de falar.

A vida passar ao lado, é suicídio?
Silêncio imortal:
Matei-me.

Desculpa-me se Morri

Da reserva estonteante
Das saudades escondidas
Ficou o grito inquietante
Das longas noites perdidas

Resguarda-se assim um tempo
Da longa cratera que se abriu
Lançando a Alma ao vento
Pelo sentimento que partiu

Deita-se agora o corpo em alívio
Esquecendo o lábio que sorri
Balbuciando em agreste declívio
- Desculpa-me... se morri…

Se A Morte A Mim Me Levasse

Se a morte a mim me levasse
Se num segundo a minha alma a mim já não pertencesse
Dormiria eu um longo e tranquilo sono
Teria a paz há muito desejada

Se a morte a mim me levasse
Estariamos mais perto do que nunca
Eu convidava-te a dançar
Seria eternamente amado

Se a morte a mim me levasse
Passaria as noites a olhar o teu lindo rosto
A admirar o teu luminoso sorriso
A contemplar os teus olhos serenos

Se a morte a mim me levasse
Eu dar-te-ia a minha mão
O meu colo,o meu Amor.

Se a morte a mim me levasse
Eu dar-te-ia a minha Vida.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ela

Ela pode ser o rosto que eu não consigo esqueçer
O caminho para o prazer ou para o desgosto
Pode ser meu tesouro ou o preço que eu tenho que pagar
Ela pode ser a música de verão
Pode ser o frio que o outono trás
Pode ser cem coisas diferentes
Num dia

Ela pode ser a bela ou a fera
Pode ser a fome ou a abundância
Pode transformar cada dia num paraíso ou num inferno

Ela pode ser o espelho de todos os meus sonhos
Um sorriso refletido num rio
Ela pode não ser o que ela parece
Dentro dela mesma

Ela, que sempre parece tão feliz no meio da multidão.
De quem os olhos parecem tão secretos e tão orgulhosos
Ninguém pode vê-los quando eles choram

Ela pode ser o amor, que não espera que dure.
Pode vir a mim das sombras do passado.
Que eu irei me lembrar até o dia de minha morte

Ela pode ser a razão pela qual eu vivo
O porquê pelo que eu estou a viver
A pessoa que cuidarei nos tempos e nas horas mais difícieis

Eu irei levar as risadas e as lágrimas dela
E farei delas todas as minhas lembranças
Para onde ela for, eu tenho que estar lá
O sentido da minha vida é ela

A ti que sabes quem és...

....

Caminho sem ver,
Caminho já farto de sofrer
Tudo aquilo que sinto
Não é mais do que me perder.
Sinto a minha alma a depauperar
E a nada me consigo agarrar!
A dor sobre mim me dobra…
Apaga a imagem,
Apaga toda aquela visão,
Que fazia vibrar o meu coração.
Choro a pena que por mim tenho…
Sofro por tudo aquilo que deixei
Fico completamente assombrado!
Desço uma enorme escadaria,
E não sei onde ela vai parar
Mas não tenho medo algum,
Pois nesta vida já não penso acreditar.
Paro e mortifico-me…
Vou aqui assumir e colocar o fim da minha Vida!
Ando mais um pouco,
Com um olhar que pareço um louco.
A Vida desiludiu-me…
Assim assino a minha Morte,
Dando um passo em falso
E com a minha cabeça bati.
Fez um estrondo forte!
Esgueirava sangue por todo o lado,
Já não tinha qualquer movimento…
Foi ali o meu fim,
Pois a vida não queria saber de mim!

Qual Foi O Meu Erro?

Será meu erro amar-te desta forma despropositada, indevida?
Será meu amor um grande incômodo em teus dias?
Será que deveria ter-me calado mais esta vez?
Porque é o nosso amor antigo, anormal, intenso
E por querer que ele enfim desabroche falo sem saber se devo
Porque não somos mais os mesmos, as histórias mudaram
Os personagens são outros, e o sentimento está a arder no peito
O que houve que nos esquecemos, que nos perdemos entre outros
Saciamos a nossa carência, a nossa saudade de um calor,
Mas deixamos o principal, que nosso amor ficasse ao léu
Um amor assim puro e verdadeiro ficou por anos vagueando
Para que um dia em meu coração alguém preenchesse o vazio
Um vazio que me deixas-te quando foste para longe de meus olhos
Será meu erro ter recomeçado um amor tardio?
Ter aberto meu íntimo, meus anseios e desejos?
O que aconteceu com o nosso amor?
O que matamos, antes mesmo de começar?
O que dissemos e maltratamos antes de saciar?
O erro foi amar-te desta forma despropositada, indevida
Enfim o erro foi de certa forma, sequer amar-te

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A Morte Da Fênix

Estou a ir embora..........
Vou voltar pro meu ninho para me refazer
Minhas penas ... são tantas penas
Que nem mesmo o tempo poderá me reerguer.

Hoje eu estou mais velho e cansado
Marcado pelas marcas do tempo que ficou
Olho para mim ... nada vejo
A não ser essa dor que em mim ficou.

Conheci-te sem medo ou reservas
Mas com medo deixei-te conhecer-me
Fui criança cheio de esperança em teus braços
E agora diz-me.... o que vou fazer?

Qual a razão dessa dor que tu me causas
Eu me pergunto sem encontrar a resposta.
Fui insensato ao entregar-me dessa forma ?
Para ti eu não passei de um idiota?

Responde-me o porquê de tudo isto..
Alguma vez eu te cobrei o amor ?????
Para quê fingir tudo aquilo se não me querias...
Se eu era apenas mais uma borboleta nessa flor?

Para quê as mentiras e juras falsas
Porquê tantas palavras de carinho em vão....
Não me peças para crer em ti agora.
Não me peças perdão.

A magoa existe em mim eu não nego
E retorno para meu ninho entristecido,
Afinal eu sonhei com uma Rosa em meu caminho
E encontro outra, por tantos orvalhos umedecidos.

Hoje eu sei que a Rosa é enfeite para um jardim
Onde muitos podem e irão admirar
Sei que a fênix deve voltar para seu ninho...
Que é inútil querer se enganar.

Esta é mais uma decepção meu coração
Mas que esta seja a derradeira, pois é fatal.
Deixa que a Fênix retorne para seu ninho em silêncio.
E ali deixe suas cinzas.... e nunca mais se torne real.

A Morte Do Amor

O amor morreu, silênciado pelo parado cântico
Que não ousei aos ouvidos atentos entoar,
Queria-te comigo, mas longe te manténs, para lá do atlântico...

O amor morreu, simplesmente por ti foi ignorado,
Ficas ausênte, abraçada à indiferênça, triste é o pranto
De ter sido assim malevolamente mal amado...

O amor morreu, nos braços de quem tanto amo,
Enterrei-o por fim, no chão da eterna alma,
E lembrar-me-ei dele, ao menos uma vez por ano...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Por Amar Demais

Meu amor, não suporto esse silêncio atroz,
Nas noites de vigília e intensa nostalgia,
Onde falo contigo e só ouço o som da voz,
Do coração que por ti clama em lenta agonia.

Porque foi que aos sonhos a vida entreguei,
Escalando montanhas pensando alcançar,
A estrela distante que por tanto tempo amei,
Sempre presente na luz de meu triste olhar.

Meu amor, como foi que te perdi, não sei!
Talvez porque não me deixaste explicar,
As razões e as longas horas que me torturei,
Sofrendo tanto por não poder te encontrar.

Tão perto estavas do calor de minha paixão,
Dos beijos ardentes que para ti guardei,
Que não poderia dissimular toda emoção,
Num momento mágico pelo qual tanto esperei.

Meu amor, julguei que não poderias perdoar
Meu anseio incontido de querer te amar,
Esquecendo convenções, testemunhas e o lugar,
Beijando teus lábios sem com nada me importar.

Foi por querer demais que meus desejos sufoquei,
Para não te constranger e a maledicência expor,
Que todos meus sonhos mais sublimes sepultei,
Naquela noite em que quase morri de amor.

Meu amor, ansioso esperei, mas o telefone não tocou,
Tua meiga voz desejei ouvir para me justificar,
Então finalmente pude compreender o que restou,
É apenas a saudade que nunca vai me abandonar.

Hoje vivo vagueando pelas estradas sem estrelas e luar,
Levando n'alma tristes recordações do que passou,
E o arrependimento de não ter ido te encontrar,
Sem me importar que assistissem o meu imenso amor.

Morri Por Amor

Morri
No meio de sorrisos traição e arte
Algo me atordoou mas não sei bem o quê
É algo que so torna numa dor que parte
Ou no amor que ninguém vê ?

Morri
No meio das tuas doces lágrimas
Que caiem no meu livro de desgosto
Mas continuo a virar as páginas
Tentado descubrir o melhor posto

Morri
No meio do que é teu: no meio do mundo
Entre o céu e o mar ainda continuo a nascer
Num mar de sangue de esperança profundo
Que se actua no papel por escrever

Mas ainda me sinto vivo por dentro
Sinto o teu cheiro que nunca encontras-te
Ainda as páginas se situam na inspiração do sentimento
Morri ... ou foste tu que me matas-te ?

Se Te Perder Amor!

Até qu’eu morra, irei sempre guardar
O mais sentido amor de minha vida.
Perdê-lo, será da minha vida o terminar
Na mais profunda dor e mais sentida!

Se te perder, amor, meu corpo vai ficar
Co’a mais dolorosa e cruel ferida
Até que, morto, se vá a sepultar,
Ou que cremado seja na hora partida.

E as cinzas – se assim for – atirem-nas ao mar.
Elas espalhar-se-ão em suas águas
Até que longe, eu sei, vão encontrar…

As lágrimas que temos vindo a chorar
Nesta vida de sofrimento e de mágoas
Em que se é incriminado por amar!

Mata-me

Mata-me rápido,
Sem lágrimas, sem pensar,
Sem ter pena...faz isso
Todos os dias de olhos fechados.

Deixa-me sangrar...
Que seja inegociável
A minha dor e o meu desespero...
Afie a lâmina no aço do teu
Coração...

Enfia a faca e saboreia
Meus olhos em espanto,
As minhas mãos em surpresa.
Deleite-te com a beleza
Do gemido, das palavras
Caindo mortas de minha boca...

Retalha a minha alma,
Corta-me os sonhos
Em pedaços, desata os laços
E preenche meus espaços
Com o ar cruel do egoísmo.

Mira direto no meu coração
E depois empurra a faca
Todo dia um pouquinho mais...
Isto é o que restou do nosso amor:
Mais guerra do que paz.

E ASSIM MORREU UM AMOR

E assim o dia se fez noite
A noite se tornou tão fria
O frio corta como o açoite
O açoite, que dor me fazia

E o dia surgiu tão nublado
De nublado se fez chuvoso
Chuvoso me deixou molhado
Molhado, triste, tão raivoso

Pois vi nosso amor terminado
Terminado, por tua insensatez
A insensatez me deixou chocado
Chocado pois nos chateamos de vez

E assim morreu em mim o amor
Amor que te dei com tanta ternura
Ternura que me pagas-te com a dor
Dor que levou o poeta a loucura...

Um dia verás a grande asneira
Asneira que fizeste por amigos
Amigos que falam só asneira
Asneira que te fez chatear comigo

E agora ficaras em tua solidão
Solidão que aos poucos te mata
E ao te matar, mata meu coração
O coração, aonde tu já não habitas...

Super-Homem Morto

Um suicídio no espaço
O mito de Sísifo cruzando planetas
A última fronteira
É outra entidade escarrada.

O peso do espírito acorrentado a subjetiva verdade que transforma o heroísmo em poeira
Super-homem morto ,
Cinzas nas pernas atrofiadas,pairam entre os pés
Voltam para o túmulo engolindo a luz de um guia .

Oração e fé
Credo e raiva,inquisição,
O conhecimento nos redime
A morte nos salva.

Super-homem decomposto em sua cadeira de rodas,
A lápide permanece tanto quanto a lenda que um dia some
No atro pensamento de um esqueleto na plagente canção,
Do condenado o pulso fraco denuncia o choro e a vergonha,
Ergue-se no triunfo do último desejo,
Covarde ou herói.

Devolve-me a Alma

Percorro o mar com os olhos na ânsia de chegar ao rio profundo onde morro para ficar mais perto de ti. Os rochedos engolem a claridade dos meus olhos como se o céu se extinguisse neles e na sua inércia desprotegida. Insisto em romper essas cataratas nervosas que me confundem e então… encontro-te.
Sim… lá estás… tu, numa espécie de sinfonia de silêncios sórdidos, a olhar para mim através dos reflexos da água estranhamente azul como o firmamento. Os teus silêncios afogam-se de ironias silenciadas, são corrompidos abruptamente, e chegam até mim através do vento desatento.
De repente vejo-te como se fosses uma onda gigantesca a enfeitar-se de espuma reluzente. Ah… és tu… sim! Vejo-te, céus, que saudade eu tinha tuas…!
Sorris-me e eu arrepio-me. - És tu… ou é a minha necessidade de te encontrar?
Os peixes que moram nos teus olhos fitam-me asmáticos, e eu tenho vontade de os atirar para a água porque não resisto ao seu sufoco arrepiante.
És tu? Ou és a aragem que me açoita a imaginação?
Porque te salgas ainda mais nos meus olhos?
Porque permaneces neles assim… sentada impávida e inerte, como se te fosses atirar de uma rocha perigosamente íngreme?
Ao olhar-te assim nesta ansiedade de gaivota ferida, pareces uma daquelas crianças famintas, com os seus ventres disformes, a olharem complacentes, como se rompessem a minha distracção marmorizada.
E assim, neste sufoco, apenas consigo perguntar-te:

- Devolves-me a alma?

Odeio-te Tanto Quanto Te Amo

Se te disser que te odeio,
Promete-me...
Que não te escandalizas
Supostamente uma pessoa sensível
Não devia odiar ninguém…!
Mas odeio-te... odeio-te...
Tanto quanto te amo, e depois?
Uma pessoa revoltada
Não poderá odiar?
Penitência e abstinência
É o que me sobra de mim em ti.
Odeio-te odeio-te...
E depois?
Caramba!
Se eu te disser que te amo,
Promete-me que limpas
A sujidade desta cegueira
Que torna os meus olhos,
Remelosos e ácidos,
Mecanizados de tanto desespero!
Odeio-te... odeio-te...
Tanto quanto te amo, e depois...?
As lágrimas não lavam a alma?
Ah... permanência e insistência…
Caramba!
Se eu te disser que te vomito,
A cada pensamento que não quero
A cada momento exíguo
Em que a tua imagem,
Me afaga o coração, acreditas?
Contemporizas?
Ou agonizas como eu?
Ah... eu sei, eu sei...
Sou uma gibóia que te assusta
Que se enrola à tua alma.
A tua ausência não me acalma.
Avoluma-se nas minhas têmperas
Laceradas pelo cansaço.
Anda... dá-me um abraço
Promete-me…. que acreditas
Que não te amo,
Porque te quero odiar!

Um dia tu aprendes que...

"Depois de algum tempo tu aprendes a diferença,
a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.
E começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida
e olhos adiante, com a graça de um adulto
e não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair meio em vão.
Depois de um tempo tu aprendes que o sol queima
se ficares exposto por muito tempo.
E aprendes que não importa o quanto te importes,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai ferir-te de vez em quando e tu precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir confiança
e apenas segundos para destruí-la,
e que tu podes fazer coisas num instante,
das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que tu tens na vida,
mas quem tu és na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprendes que não temos que mudar de amigos
se compreendermos que os amigos mudam,
percebes que teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida
são levadas de ti muito depressa,
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos
com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começas a aprender que não te deves comparar com os outros,
mas com o melhor que tu mesmo podes ser.
Descobres que se leva muito tempo para te tornares a pessoa que queres ser,
e que o tempo é curto.
Aprendes que não importa onde já chegas-te, mas onde estás indo,
mas se tu não sabes para onde estás a ir,
qualquer lugar serve.
Aprendes que, ou tu controlas teus actos ou eles te controlarão,
e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.
Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as consequências.
Aprendes que paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te ignore
quando tu cais é uma das poucas que te ajudam a levantar-te.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência
que se teve e o que tu aprendes-te com elas
do que com quantos aniversários tu celebras-te.
Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que tu supunhas.
Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são burrices,
poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia
se ela acreditasse nisso.
Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva,
mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama do jeito que tu queres
que ame, não significa que esse alguém não te ama,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes tu tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julga,
tu serás em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido,
o mundo não pára para que o consertes.
Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta teu jardim e decora tua alma,
ao invés de esperar que alguém te traga flores.
E tu aprendes que realmente podes suportar...
que realmente és forte, e que podes ir muito mais
longe depois de pensar que não podes mais.
E que realmente a vida tem valor
e que tu tens valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem
que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

Vale a pena pensar nisto:???

"William Shakespeare"

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Porque Te Amo?

Porque te amo?
Se na calada da noite me abandonas,
Te escondes tal como sol,
Sem mostrares o teu rosto.
Porque te amo?
Se no meu relógio conto os minutos, as horas,
Os dias em que passas sem me dizer amo-te?
Porque te amo? Não sei!
Meu coração sofre em silêncio,
De um luto quente que me assola,
Nas noites frias de verão,
Onde a lua sorri tristemente,
E me diz esquece simplesmente.
Porque te amo?
E não consigo esquecer,
A tua boca doce e marota onde aprendi a amar.
Porque te amo? Não sei,
Amo-te, odeio-te, quero-te, desejo-te,
Entre tantas outras coisas,
Simplesmente porque em meu peito ficaste presa.
Porque te amo?

sábado, 11 de abril de 2009

Ambos Perdemos

Ambos perdemos
EU
Porque era a ti que mais amava
TU
Porque era eu que te amava mais
Mas, dos dois quem mais perdeu
Foste Tu,
Porque eu posso vir a amar outra
Como te amei a ti
Mas,
A ti nunca ninguem te amará como eu te amei

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Eu Não Quero Amar-Te

Eu não te quero amar
Quero tirar-te do meu pensamento
Não suporto mais este tormento
Deste amor sem fim, sem meio, e sem começar

Eu não te quero amar
Só quero esquecer-te, acabar este meu desatino
Tirar-te para sempre do meu coração, de meu destino
Porque eu não te quero mais amar

Eu não te quero amar
Para não sofrer, para não mais chorar
Para poder novamente viver, sorrir, respirar

Para poder novamente alegre e feliz cantar
Buscar, outro alguém encontrar e poder amar
Por isto eu não te quero amar

Eu não te quero amar
Porque quero poder alegre acordar
E poder ver feliz os pássaros cedo cantar
Assim eu não te quero mais amar

Eu não te quero amar
Porque quero ver o dia lindo que esta a nascer
Saber que o entardecer me irá maravilhar
Por isto não te quero amar, e esperar alegre o escurecer

Eu não te quero amar
Para poder sair e procurar outro alguém encontrar
Não quero sofrer contigo a espezinhar
Pois tu estas sempre a sufocar

Por isto eu não te quero amar
Porque tu acabas todos os dias com um pouco do meu viver
E eu quero viver, quero ver flores por onde eu caminhar
Quero encontrar um novo amor, que quando em casa chegar

Ela la estará feliz e contente, sempre a esperar
Que eu possa leva-la para nosso quarto, e feliz então a beijar
E com doçura e caricias possamos enfim amar
Por isto eu não te quero mais amar

Quero com minha amada trocar as mais lindas caricias
Quentes fogosas alucinantes, que nos levem a doces delicias
Num êxtase supremo de um amor, que dentro de nós esta a morar
Por tudo isto, é que eu não te quero mais amar

Por fim eu não te quero mais amar
Porem não consigo, e sigo meu caminho a procurar
Amando-te cada vez mais, porque é impossível esquecer-te amor
É difícil, eu imaginar ficar longe do teu calor

Pois é impossível eu poder de ti um dia vir a esquecer-me
E assim vou sempre, procurando um dia encontrar-te
Porque sem ti não existe vida, é melhor morrer
Então para eu poder viver...Preciso amar-te...

Ao Meu Amor, Que Não Queria Amar

Como um relâmpago chegaste iluminando
A minha vida outrora em tristes trevas,
O teu carinho só me fez ver amando
E auto-estima por ti hoje elevas.

Meu sentimento tornou-se eternizado
Perante o teu poder que a mim escravizou,
Choro a saudade, a dor de enamorado,
E bebo as lagrimas que a alma não secou.

O meu orgulho só me trouxe o remorso,
Talvez se hoje quiser voltar não posso,
Pois nos teus braços encontrei o além-mar...

Minha vaidade tornou-me um suícida
E hoje vejo que a razão da minha vida
É sem querer mas mesmo assim tanto te amar.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Encontro-me Neste Amor

Eu posso interromper o trânsito
Caótico desta cidade, só para dizer
Em alto e bom tom o quanto
Te amo

Eu posso emergir no meio da guerra
Com uma rosa na mão
O beijo e o sexo preparados para ti
Com o meu amor , que é teu, bordado
Na bandeira de todas as vitórias

Eu posso caminhar seja no alto
De um prédio seja na beira do mar
A cantar como quem descobriu a voz
Que te amo tanto
Que só me encontro neste amor

Porque eu posso viver e não estar vivo
Eu posso atravessar o oceano
E não sair de mim, só me entendo
Amando-te, eu montaria nos centauros
E nos cavalos marinhos para fugir contigo

Eu sei sou chato no acto desfaço o laço
Caço o sinal de um mal maior
Que o dó de peito revela no meu amor
Por ti, não tem jeito, abro a janela

Recebo as flores que o sol e a lua
Enroscam em mim, porque o teu amor
É brasa e tu és o meu jardim,
Sou teu verbo, inventor da tua pele

Piso o fogo e não estou preocupado
Meu amor vou além do beijo de novela
E do bis, quero-te por crêr
No amor vindo da essência

Sabendo que é mais indecente
Que hora marcada no hotel
Por ser melhor, amor sem fim
Não tem rótulo, é amor por si só,

É mais que dançar para ti,
É colher o raio da criação no sim

Ninguém Te Vai Amar Como Eu Te Amei

Ninguém vai te amar como eu te amei,
Dei tudo de mim, até o impossível.
Dei meus dias, dei minha vida,
Dei minha alegria minha juventude.

Ninguém vai te amar como eu te amei,
Porque só eu sei dos teus desejos,
Respeito tuas vontades e anseios.

Ninguém vai te amar como eu te amei.
Ninguém vai te amar de forma tão verdadeira,
Ninguém vai te ouvir, em dias de turbulência.

Ninguém vai te amar como eu te amei.
Como a força de um elefante,
Como a fúria do vento,
Com um olhar de águia.

Ninguém vai te amar como eu te amei,
Sem pudor, sem preconceito,
Cheio de amor....cheio de brilho.

Ninguém vai te amar como eu te amei,
De forma verdadeira, única!
Da minha maneira, mas amei-te!
Só lamento se não fui o que querias
Se não fiz o que sonhavas,mas amei-te!

Ninguém vai te amar como eu te amei.
Seria bom, se tu pudesses voltar a ser
A borboleta do meu jardim.
Mas tenho que aceitar,
Que a nossa linda história
Chegou ao fim.
Saber que tu podes ter sido
Chamada por outro coração.

Mas ninguém vai te amar como eu te amei!
Com toda a força de minha alma.

Quando Tu Não Dizes Nada




É maravilhoso como tu consegues
Falar diretamente ao meu coração
Sem dizer uma única palavra
Tu consegues iluminar a escuridão
Tentas como eu,
Mas nunca vou conseguir explicar
O que eu ouço,
Quando Tu não dizes nada

O sorriso no teu rosto
Faz-me saber que tu precisas de mim
Existe uma verdade nos teus olhos
Dizendo que tu nunca me vais deixar
O toque da tua mão
Diz-me que tu vais segurar-me
Onde quer que eu caia
Tu dizes isso melhor
Quando não dizes nada!

Durante o dia
Consigo ouvir pessoas a conversar alto
Mas quando tu me trazes para perto
Tu destróis a multidão.
Tenta como eles,
Eles nunca vão conseguir definir
O que foi dito
Entre o teu coração e o meu


O sorriso no teu rosto
Faz-me saber que tu precisas de mim
Existe uma verdade nos teus olhos
Dizendo que tu nunca me vais deixar
O toque da tua mão
Diz-me que tu vais segurar-me
Onde quer que eu caia
Tu dizes isso melhor
Quando não dizes nada!


O sorriso no teu rosto
Faz-me saber que tu precisas de mim
Existe uma verdade nos teus olhos
Dizendo que tu nunca me vais deixar
O toque da tua mão
Diz-me que tu vais segurar-me
Onde quer que eu caia
Tu dizes isso melhor
Quando não dizes nada!

Tu dizes isso melhor
Quando não dizes nada!

O sorriso no teu rosto,
A verdade nos teus olhos,
O toque da tua mão,
Faz-me saber que precisas de mim!

"Ronan Keating"

terça-feira, 31 de março de 2009

Onde Estás Tu

Onde estaras tu...
Onde estas escondida...
Onde habitas tu...
Meu amor perdido...

Amor perdido
Amor desencontrado
Amor escondido
Amor procurado

Procurei em todos os cantos do mundo
Mergulhei no mar, bem la no fundo
Os ceus sobrevoei
Mas não te encontrei

Onde habitas tu
Que me falaste
Que me encontraste
Mas nunca mais voltaste

Estas perdida?
Nao desistirei ate te encontar
Estas escondida?
Deixo de te procurar

Foi como magia
A troca de olhares
Sonhei que alguem me seguia
Mas acordei...antes de me encontrares

Não queria acordar

Porquê...?

Porque hei-de chorar?
Se não tenho quem me seque as lágrimas
Porque me fizeste dormir?
Se já não sei sonhar
Porquê acompanhado?
Se sempre estive sozinho
Porque me mataste?
Se eu não já não vivia…

Porquê????

Porque me deixas só de mãos vazias
Sobre meu peito
Em gesto desesperado ?
Porque não vens amor,
Encher meus dias
E com teus beijos
Envolver-me em doce encanto?

Porque persiste em mim
Esta agonia...
E no meu peito este meu choro,
Este meu pranto ?...

Cada dia que passa
É mais um dia,
Que a morte lentamente
Vem buscando.

Eternamente Miguel Sousa Tavares

E escrevi o teu nome e o teu numero de telefone numa página da agenda do mês de Fevereiro. E,ao escrevê-lo, sabia que era uma despedida, nós todo o mês de Março nos arrastámos na despedida, como os caranguejos na maré vazia. Sem ti, lancei outras raízes,construí pátios e terraços, fontes cujo som deveria apagar todos os selêncios, plantei um pomar com cheiro a Damasco, mandei fazer um banco de cal à roda de uma árvore para olhar as estrelas no céu, um caminho no meio do olival por onde o luar pousaria à noite, abóbadas de tijolo imaginadas pelo mais sábio dos arquitectos e até as teias de aranha suspensas no tecto, como se vigiassem a passagem do tempo. Nada disso tu viste, nada te contei, nada é teu. Sozinhos, eu e a aranha pendurada na sua teia, comtemplámo-nos longamente, como quem se descobre, como quem se recolhe, como quem se esconde. Foi assim que vi desfilar o tempo, as paredes escurecendo, um pó de tijolo pousando entre as páginas dos mesmo livros que fui lendo, repetidamente. Nicholas Sparks destroçados pela minúcia do tempo.
Como explicar-te como tudo isto se te tornou alheio, como tudo te pareceria agora estranho, como nada do que foi teu vigia o teu hipotético regresso? Ulisses não voltará a Ítaca e Penélope alguma desfará de noite a teia que teceste.
E arranquei a página da agenda com o teu nome e o teu número de telefone. Veio a seguir Abril e depois o Verão. Vi nascer a flos da tremocilha e das buganvílias, vi rebentar o azul dos jacarandás en Junho, vi noites de lua cheiaem que todos os animais nocturnos se chamavam rãs, corujas e grilos, e um espesso calor sobre a devassidão da cidade. E já nada disto, juro, era teu.
E foi assim que descobri que todas as coisas continuam para sempre, como um rio que corre ininterruptamente para o mar, por mais que façam para o deter.
Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes. Acredita na internidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água no rio onde tantas vezes parámos,para sempre passaremos pela sombra da árvore onde tantas vezes parámos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhámos o céu e interrogámos o seu sentido. Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem princípio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.
E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com o cheiro a algas e a iodo. E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.



"Miguel Sousa Tavares"

Eternamente

Enlouqueço em palavras e seiva quente
Mergulho nas tuas lágrimas absolutas
Em abraços quentes de mel
Sinto o silêncio das palavras gritadas
Como a águia planando
Em marés e ventos.

Parto em busca do que não sou
Para o outro lado do sonho hibrido
Nas plataformas em chamas de mar...
Em que avanço ao teu encontro

Sinto o teu beijo suspenso
Na intemporalidade do desejo
Ardo em volúpia secreta...
Quero-te em mim

Danças em mim sinfonias de prazer...
Toco-te em arcos triunfantes
Valsas de espasmos no meu corpo vibrante

Este meu Universo de loucura...
Santuário de desejo e paixão
Onde naufrágo e me deleito
Em gritos de silêncio...

Continuidade entre o céu e nós...
Eternamente.



LOVE CHANGES EVERYTHING (Instrumental) - Instrumental

Odeio-te Por Ainda Te Amar

Quero o teu nome gritar
Dizer que te continuo a amar
Mesmo depois de tanto sofrer
Tudo voltaria a fazer

Meu coração secou
O sonho acordou
O sono adormeceu
A minha realidade morreu

Queria tocar o céu
Queria de novo o véu
Mesmo que fosse de ilusão
Voltar a sentir teu coração

Amor insolente
Que me deixas inconsciênte
Impaciênte
De forma decadente

Desejo esquecer
O tempo em que te amei
O barulho do teu coração a bater
Tudo o que contigo passei

Ainda sinto a tua respiração
O bater do teu coração
Mas tudo não passou de ilusão
Que acabou...e desfez meu coração...

Desespero (Lágrimas A Dançar Na Alma)

Esta vontade de gritar que me sufoca e me desatina,
Esta vontade de esconder a dor para lá dos poros da pele,
De me cortar e ver o sangue a correr sobre este chão que não conheço
E depois despir o corpo do negro dos dias
E cobrir-me de vazio e desespero e desejo de morte.

Se conseguisses ouvir-me neste silêncio descomunal,
Nesta espera ancestral a talhar-me de loucura
E depois esta vontade de descer ao abismo ou subir no desânimo e morar por lá, morder os dedos até desenhar com o sangue a tua imagem...
São doses a mais de sofrimento, são doses a mais de dores.










Pela Última Vez Amo-Te

Amo-te ainda amor,
Amo-te ainda,
Até este dia findar
Amar-te-ei tão intensamente.
Até este dia findar hei-de andar,
Hei-de procurar em cada canto de mim
Um pedaço de ti para me alimentar.

Pela última vez amo-te,
A partir daqui hei-de aprender
A amar-te menos vezes,
A não amar-te apenas...
Hei-de aprender a tornar a dor mais pequena,
Hei-de sofrer, hei-de chorar
Mas hei-de perdoar...

Amo-te ainda amor,
Pela última vez Amo-te
E porque hoje talvez sintas a minha falta
Ou a falta da minha mão para segurares.
É o Dia do Amor, não me tens,
Não te tenho...
Estamos sós.
E antes que este dia finde
Hei-de amar-te sem cessar,
Hei-de amar-te até o meu coração se estilhaçar.

Amo-te ainda amor,
Amo-te ainda!
... Até ao fim deste dia!

domingo, 29 de março de 2009

Já Amas-te Uma Mulher Realmente?



Para amar realmente uma mulher, para compreendê-la
Tu precisas conhecê-la profundamente por dentro
Ouvir cada pensamento, ver cada sonho
E dar-lhe asas quando ela quiser voar
Então, quando tu te achares a repousar
Desamparado nos braços dela
Tu saberás que realmente amas uma mulher...

Quando Tu amas uma mulher
Tu dizes-lhe que ela, realmente, é desejada
Quando Tu amas uma mulher
Tu dizes-lhe que ela é a única
Pois ela precisa de alguém
Para dizer-lhe que vai durar para sempre.
Então diz-me: tu realmente, realmente
Realmente já amas-te uma mulher?

Para realmente amar uma mulher
Deixa-a segurar-te
Até que saibas como ela precisa ser tocada
Tu precisas respirá-la, realmente saboreá-la
Até que possas sentí-la no teu sangue
E quando puderes ver
Teus filhos que ainda não nasceram
Dentro dos olhos dela
Tu saberás que realmente amas uma mulher

Tu precisas dar-lhe um pouco de confiança
Segurá-la bem apertado
Um pouco de ternura, precisas tratá-la bem
Ela estará perto de ti, cuidando bem de ti
Tu realmente precisas amar uma mulher...

Então, quando Tu te achares a repousar
Desamparado nos braços dela
Tu saberás que realmente amas uma mulher...
Então diz-me: Tu realmente, realmente
Realmente já amas-te uma mulher?
Então diz-me: Tu realmente, realmente
Realmente já amas-te uma mulher?

"Eu ja amei e ainda amo uma mulher".

Amo-te

Dizer o que sentimos com apenas palavras, letras talvez não consiga expressar-me como tu desejas ou como sempre sonhas-te mas prometo-te que vou tentar levar-te a um lugar que para entrar só basta Amar!!!

Bom! Não tenho muito que dizer talvez seja porque tu és muito especial, sincera, romântica, carinhosa, compreensiva, mas nada que o tempo não resolva. Sempre deixando os teus sentimentos transparentes assim como água que corre entre os rios e longos caminhos sinuosos. Trazes contigo muita alegria, paz, amor, paixão e muita fidelidade. Os teus olhos resplandecem o que o teu coração sempre quis dizer que nada é por acaso tudo esta escrito, por mais que as coisas sejam difíceis de escolher temos que ter coragem e muita paciência para poder entender e compreender o que a vida tem sempre para nós. Saber escolher é dar um passo para o futuro, fazer o melhor é o que sempre queremos fazer. Mesmo quando pensamos que as mais belas coisas da vida na nossa vida ainda não se tenham revelado. Por culpa nossa muitas das vezes não queremos ver o que sempre esteve ali na nossa frente. Não damos a oportunidade a quem necessita de uma oportunidade para talvez transformar a nossa vida e modificar tudo aquilo que sempre nos deixa transtornados. Deixamos assim perder-se algo primordial para a nossa vida que no futuro seria essêncial para o nosso crescimento seja sentimental quanto espiritual. Não podemos deixar passar despercebido um grande amor que sentimos ou que queremos sentir. Ter coragem para lutar e conseguir o que mais se quer não é tão simples assim temos que enfrentar tudo e a todos só para conseguir o que mais se ama.

Destino ou sorte?
Não sei explicar, porque foi tão forte que foi capaz de me fazer esquecer tudo e a todos.

Não acredito que conheci uma pessoa maravilha como tu, tu és a única que me fez acreditar que um dia poderia apaixonar-me, tu entras-te na minha vida como alguém que nada quer mas acabas-te por perceber que aos poucos te apaixonas-te sem querer e não sabes o que fazer com tudo isto que parece transtornar-te. Talvez seja porque não sabes lidar tens medo de perder o que simplesmente é teu. Mas tenho que admitir os teus olhos têm um brilho que nenhuns outros têm é simplesmente incomparável isso tudo porque eles são teus.
Mas como eu estava a dizer!

Fecho os meus olhos para não ver a realidade em que vivo, abro os olhos para ver somente as coisas boas que a vida me da de presente. Assim vou vivendo feliz e realizado. Vou aprendendo a simplicidade da vida porque não devemos complicar mas sim simplificar, como viver com as diferenças, serei humilde e com a capacidade de entender o que precisa ser compreendido às vezes fugir um pouco da realidade porque preciso sonhar mesmo quando a imaginação toma conta de tudo.
Ou seja, não sei mais o que é realidade ou fântasia.

Mas como eu estava a dizer!

Não sei nem como começar a escrever lindas palavras só para tu as poderes ler e entender que na vida nada é impossível só basta crer de todo o coração, a vida é mesmo incomparável. Pensamos tanto no que queremos que aconteça que na nossa mente esta ali sempre presente e torna cada dia, hora, minuto, segundo, uma linda historia de Amor...
Lembra-te!

Onde quer que estejas sempre estarei olhando-te dia e noite sabes como? De dia no céu azul eu estarei a olhar sabes porquê? Tu es como os pássaros que voam e o sol lembra-me de ti porque e com o calor do teu corpo no meu e as nuvens pedaços dos meus sonhos juntos com os teus e a noite já com muitas saudades eu estarei a olhar-te através das estrelas. Quando tu estiveres com muitas saudades lembra-te destas palavras ai saberás fazer como se eu estivesse ao teu lado...

Vou-te dar um pequeno conselho!

Nesta vida só estamos de passagem, então não faças dela uma estrada onde muitos passam mas ninguém fica, pois quando chegares ao fim vais perceber que as melhores coisas foram deixadas para trás por um simples erro do destino.
Mas com eu estava a dizer!
Tu podes ter tudo o que quiseres, basta quereres com o coração. Tu podes ser tudo que quiseres, ser ter tudo o que desejares, conquistar tudo aquilo que quiseres conquistar... Desde que atendas ao desejo com sinceridade de propósito.

Mas como eu estava a dizer!

Talvez eu não consiga expressar-m apenas em letras ou até palavras;
Talvez seja porque uma pessoa como tu não exista mais;
Talvez seja porque a cada pôr do sol nasce um novo brilho no teu olhar na esperança de encontrar a pessoa em quem confiar;
Talvez seja porque Deus Fez um sentimento tão puro e verdadeiro para ninguém colocar defeito;
Talvez seja porque tu és inexplicável uma pessoa incomparável;
Talvez seja porque só recolho o gosto infinito das respostas que não se encontram;
Mas uma coisa eu sei sempre serei teu...

Mas como eu estava a dizer!

Ame todas as pessoas que te amam mas principalmente aos teus inimigos porque um dia Tu poderás precisar deles e não terás a ajuda deles. Não vivas o passado vive simplesmente o presente porque o futuro será conseqüência do presente, ou seja, o que fizeres de mal colherás frutos ruins e o que fizeres de bom colherás frutos bons.
Mas como eu estava a dizer!
Procura-se uma pessoa que saiba conversar sobre coisas simples, para não enlouquecer e para contar o que se viu de belo e de triste durante o dia. Precisa-se de uma pessoa para parar de chorar, para não viver debruçado no passado em busca de memória.
Mas como eu estava a dizer!
O meu coração nunca vai parar de bater enquanto tu existires porque agora tu és minha inspiração para escrever, cada verso que escrevo é a pensar em ti, cada palavra soa como lindas músicas que gostaria que soa-se como vento que em teu rosto bate.

Mas como eu estava a dizer!
Tenha tempo para o que é importante para ti, para aquilo que te faz mais feliz; tenha tempo para estar com aqueles que amas; tenha tempo para olhar em volta e ver toda felicidade que o mundo pode oferecer... Tudo isso é teu, se tu apenas tiveres tempo.
Mas como eu estava a dizer!
No passado pude ter privilégio de nascer;
No presente pude conhecer uma pessoa especial como
Tu e pude descobrir um sentimento que antes nunca
obtive, que só agora pude perceber que Te Adoro;
No futuro sei que vou morrer, mas se a morte
chegar antes que eu possa imaginar, morrei feliz e realizado por te ter conhecido!!

Mas como eu estava a dizer!!
Porque e que tudo tem que ser tão difícil? Se as mais belas palavras então escritas no meu olhar! Só quero poder dizer todos os dias que te amo, isto é que é tão difícil? Se isso é difícil não sei o que fazer porque não sei como lidar não sei como aproveitar a oportunidade que possa sempre aparecer e em meus olhos resplandecer grande oportunidade perdida não quero que isso aconteça porque não quero perder-te quero-te, mais do que possas imaginar, mais do que possas querer-me, quero-te mais do que tudo, quero-te por inteira, quero-te de corpo e alma, quero-te nem que seja só para dizer que és muito importante para mim, quero-te mais do que meu querer.

Mas como eu estava a dizer!!

Tudo o que eu escrevi nesta carta nunca pude compreender e só agora que te conheci pude compreender o significado das palavras Amar e Viver...

Mas como eu estava a dizer!

Há deixa para lá...

Amor!

Sei que com simples palavras jamais irei conseguir tirar uma lágrima sequer do teu olhar mas sei que com um simples gesto de Amor e carinho conseguirei muito mais do uma lágrima...

Obrigado por existires!
Não te esqueças que nunca será tarde para vivermos o impossível.
Obrigado mais uma vez por fazeres parte da minha existência!!

Porque Te Amo Tanto

Eis uma boa questão…
Porque razão te amo tanto…
Amo-te tanto porque me fizes-te mudar!
Tornei-me mais homem…
Talvez até mais responsável,
Tornei-me bastante melhor!

Se antes não tinha ninguém,
Hoje sinto que tenho alguém
Capaz de me fazer
Mover montanhas para a ver sorrir…

A palavra tão dolorosa como sofrer
Deixou de existir,
A partir daquele momento
Em que senti ter-te para amar…

Sinto-me feliz por dentro…
E… isso reflecte-se por fora…
Vou para a cama tranquilo
Quando sei que estás bem…

Sinto uma vontade enorme de ajudar
A mudar qualquer coisa no mundo.
Nem que seja… com um simples sorriso!
Já não sinto aquela solidão…
Que fechava meu coração…

Fizeste-me compreender
Que o gosto de amar
E o gosto por perdoar
Sabiam melhor que a angústia
E o rancor que por vezes sentíamos
Em não saber perdoar…

Ensinaste-me a viver melhor…
Por estas e por outras razões
Amo-te tanto e torna-se difícil
Viver longe de ti…

Fui contagiado pela tua doçura
Pela tua ternura
Pela tua simpatia…
Etc etc etc…

E espero que o que sentimos um pelo outro
Nunca mude, mas se mudar que seja para melhor…

sábado, 28 de março de 2009

Odeio-te

Odeio,
Tudo o que me faz pensar em ti
Odeio,
Tudo o que me faz amar-te
Odeio,
Tudo o que não me deixa odiar-te
Odeio,
Tudo o que me disseste
Odeio,
Todas as vezes que me fizeste sorrir
Odeio,
Todas as vezes que me fizeste chorar
Odeio,
Todo o tempo perdido a pensar me ti
Odeio,
Todas as letras gastas para te fazer mudar
Odeio-me,
Por gostar tanto de uma pessoa como tu
E no fim deste ódio todo
O que sinto não é raiva
Não há nada de rancor
É simplesmente um profundo amor
Entranhado bem lá no fundo
Com vontade para ficar
E tentar aguentar
A recordação...
Ficaste no coração
E lá, talvez vais ficar...
De sempre...
Para sempre...

Se Um Dia Te Escrevesse Uma Carta

Se um dia te escrevesse uma carta,
Descreveria cada momento contigo
Cada lágrima, cada sorriso
Cada momento perdido...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Lembrar-te-ia quando me dizias,
Que farias tudo por mim,
Lembrar-te-ia dos momentos no jardim
Os risos de criança perdidos...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Sunsurrar-te-ia cada beijo, cada emoção
Cada toque... o quão vivo estava,
Perder-me-ia em mil e uma palavras...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Perguntar-te-ia porquê,
Sem querer ouvir novamente a resposta,
( Como em todos os momentos,
Em que a vida nos parece injusta)

Se um dia te escrevesse uma carta,
Alegaria que nunca sentis-te nada disto
Por muito que os teus olhos me contrariassem,
Por muito que os momentos o corroburassem...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Descreveria todos os momentos
Em que desejo que voltes atrás
Que peças desculpas e que me tomes nos braços

Se um dia te escrevesse uma carta,
Questionar-te-ia porque não lutas-te por tudo
Porque me tentas-te proteger de ti
Se no fim, tenho na alma o sofrimento do mundo...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Chamar-te-ia cobarde, faria birra de criança
Porque não me conformo com a tua ideia
De tentares evitar magoar-me a sério...
Se no fim, pior não porderias ter feito

Se um dia te escrevesse uma carta,
Depois de me compor do desespero
Pedir-te-ia desculpas,
Que talvez soubesses o que fazias,
Que talvez tivesses razão

Se um dia te escrevesse uma carta,
Compartilharia o sentimento,
De perferir ser teu amigo para sempre
Do que um dia odiar-te

Se um dia te escrevesse uma carta,
Desculpar-me-ia no fim,
Por todas as palavras e pela peturbação.
Que talvez te podessem ter causado...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Dir-te-ia, finalmente, que te amo,
E que independentemente de um dia
Deixar de o fazer da mesma forma,
Jamais me hei-de arrepender do que vivemos
E terás sempre um lugar doce nas lembranças...

Se um dia te escrevesse uma carta,
Provavelmente seria o fim da minha esperança,
Escrever-te-ia uma carta de despidida, não de amor,
Já num momento muito para lá da dor...

Mas ainda não sou capaz de escrever essa carta,
Porque te amo, e espero que o tempo volte atrás.
Mas choro pela certeza de que jamais o fará.
Desespero quando me conformo,

E por vezes, no meio de tanto sofrimento
Sinto-me a descair para a insanidade...
Mas também, não sou capaz de te escrever essa carta,
Porque sei o quão culpada te sentirias,

Temo também, que para que todo o meu sofrimento acabasse,
Tomasses uma decisão precipitada,
E me fizesses a vontade por culpa
Mas por tanto te amar, não posso permitir que isso aconteça,
Porque apenas te quero ver feliz....

E assim essa carta nunca será escrita,
Porque a tua felicidade também é importante,
E tenho que respeitar a tua decisão,
Independetemente do quão apertado esteja o meu coração...

Vem

Se por acaso um dia pensares em nós,
E nesse pensar sentires alguma saudade,
E nessa saudade, sentires minha falta,
E se esse vazio que a minha falta faz,
Te provocar lagrimas:
Vem...
Vem a correr para mim,
Vem sem medo,
Vem qualquer dia.
Se um dia ao folhear o teu passado,
Me encontrares la meio esquecido,
E se nesse esquecimento lembrares algo de bom:
Vem, volta para o meu lado,
Mesmo que aches tarde demais,
Ainda que seja muito passado,
Ainda que seja num futuro bem distante...
Vem,
Procura-me,
Encontra-me,
Surpreende-me com a tua chegada!!
Quando os teus olhos ja nao tiverem
Mais o brilho dos meus.
Quando a tua cançao
Ja não for mais com o meu nome.
Quando em teus poemas,
Ja nao falares mais de amor por mim.
Quando em tuas roupas,
Ja nao sentires mais o meu cheiro.
Quando achares que esta
Quase tudo a acabar:
Vem mesmo assim...
Vem buscar-me para Ti.
Vem resgatar o que hoje ainda existe.
Vem acabar de sonhar os nossos sonhos.
Vem acabar de viver o nosso amor.
Vem viver as nossas emoções.
Vem completar em mim algo que perdi:
Um pedaco de Ti!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Onde quer que vás



Oceanos separados
Dia após dia
E eu estou a ficar louco aos poucos
Eu ouço a tua voz
Na linha
Mas isso não pára a dor
Eu vejo-te perto do nunca
Como podemos nós dizer pra sempre?

Onde quer que tu vás
O que quer que faças
Eu estarei aqui esperando por Ti
O que quer que isto cause
Ou como o meu coração se parte
Eu estarei aqui esperando por Ti

Eu subestimei
O tempo todo
O que eu pensei que duraria de alguma forma
Eu ouço a risada
E sinto o gosto das lágrimas
Mas eu não posso ficar perto de ti agora
Oh tu não vês, baby?
Tu fazes-me ir a loucura

Onde quer que vás
O que quer que faças
Eu estarei aqui esperando por ti
O que quer que isto cause
Ou como o meu coração se parte
Eu estarei aqui esperando por Ti

Eu pergunto-me como podemos sobreviver
Este romance
Mas no final se eu estiver contigo
Eu vou aproveitar a oportunidade


Oh Tu não vês baby?
Tu fazes-me ir a loucura

Onde quer que vás
O que quer que faças
Eu estarei aqui esperando por Ti
O que quer que isto cause
Ou como o meu coração se parte
Eu estarei aqui esperando por Ti

Esperando por Ti...

Pessoa Errada

"Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente..."

"Luis Fernando Verissímo"

quarta-feira, 25 de março de 2009

Porque me deixas-te cair????

Porque me deixas-te cair??
Porquê??
Porque me tiraste as asas??
Eu só queria voar..
Voar livremente..
Pensar em coisas boas..
Eu pedi-te para voares comigo
Eu dei-te as minhas asas..
Pedindo que me desses a mão
E tu.. deixaste.me cair..
Não me agarraste..
Ficaste com as minhas asas
Ficaste com a minha alegria
Deixaste-me cair
Numa zona desconhecida..
Não quiseste saber mais de mim..
Agora pergunto..
Porque me deixas-te cair??

O Que É Deixado De Mim




Assisto minha vida a passar
Na visão de trás do espelho
Retratos paralisados no tempo
Vão-se tornando mais nítidas
Não quero desperdiçar mais um dia
Preso na sombra dos meus erros

Porque eu quero-te
E eu sinto-te
Espalhando-se debaixo da minha pele
Como a fome
Como uma queimadura
Para encontrar um lugar que eu nunca estive
Agora estou despedaçado
E estou a perder a força
Não sou metade do homem que eu pensei que seria
Mas tu podes ficar com
O que restou de mim

Estou a morrer por dentro
Aos poucos
Sem rumo
Mas a perder a cabeça
Em círculos que não acabam
Fugindo de mim mesmo até
Que tu me dês uma razão para continuar de pé

Porque eu quero-te
E eu sinto-te
Espalhando-se debaixo da minha pele
Como a fome
Como uma queimadura
Para encontrar um lugar que eu nunca estive
Agora estou despedaçado
E estou a perder a força
Não sou metade do homem que eu pensei que seria
Mas tu podes ficar com
O que restou de mim

Caindo rapidamente
Mal consigo respirar
Da-me algo em que acreditar
Diz-me que não é tudo da minha cabeça

Leva o que restou deste homem
Torna-me completo novamente

Porque eu quero-te
E eu sinto-te
Espalhando-se debaixo da minha pele
Como a fome
Como uma queimadura
Para encontrar um lugar que eu nunca estive
Agora estou despedaçado
E estou a perder a força
Não sou metade do homem que eu pensei que seria
Mas tu podes ficar com
Tudo o que restou de mim

Eu estou a morrer por dentro, vê
Estou a perder a cabeça
Perdendo a cabeça
Estou simplesmente a correr em círculos o tempo todo
Tu vais levar o que restou?
Tu vais levar o que restou?
Tu vais levar o que restou?
De mim

"Nick Lachey."

terça-feira, 24 de março de 2009

O Que Sinto

Aproveito para dizer
Tudo aquilo que sinto
Não encontro a saída
No meio deste labirinto
Sinto a tua pele,
Vejo os teus olhos brilhantes
Lembro-me deles quando
Olho para estrelas citilantes
Penso em ti cada minuto que passa
Cada segundo perdidio contigo
É uma desgraça
Noites sempre pensativo
Mas não encontro a solução
De um dia poder ganhar
Um lugar no teu coração
Pois entao diz-me
Tudo aquilo que sentes
Tudo aquilo que pensas
Temos opiniões diferentes
Eu luto mas não resisto à saudade
O amor é complicado
Sim é verdade
Sei que estou um pouco baralhado
Mas não é por estar assim
Que irei ser castigado
O que eu sinto é bem real
Mas continuas sem perceber
Mas só quero que saibas
Dava tudo para te ter

Eu quero e preciso
De viver junto a ti
Desespero
Dava tudo para te ter
Eu dava tudo para te ter aqui

Não sei como dizer
Não sei como explicar
Mas tudo isto que eu sinto
É dificil de controlar
Noites sem dormir
A pensar quando irá surgir
Aquele nosso momento
Que acredito que há-de vir
O que irás sentir?
Não sei
Destino não me diz
Quando me beijares novamente
Eu aí ficarei feliz
Porque sei que estás decidida
Em veres que és a minha metade
Ganhares a minha confiança
E a nossa felicidade
O que eu sinto por ti
É bem forte e activo
Mas não me perguntes o porquê
Porque não sei bem o motivo
Mas deixemos o tempo passar
O tempo passa
Mas acredito que esse dia irá chegar
O que eu sinto é bem real
Mas continuas sem perceber
Mas só quero que saibas
Que dava tudo para te ter